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terça-feira, 16 de maio de 2017

Assassinato no Parque dos Carajás pode ter sido crime passional

A Polícia Civil do município de Parauapebas, investiga a morte do pintor Warllen da Silva Reis, 33 anos de idade, assassinado por volta das 18h40, de domingo, 06, no interior de sua residência, localizada na rua Kalapalo, Quadra 61, Lote 24, bairro Parque dos Carajás, Parauapebas.

Segundo informações, que estão sendo apuradas pela Divisão de Homicídio, a vítima se encontrava em casa, quando teria chegado ao local dois indivíduos em um veículo Golf cor vermelha, instante em que teriam batido no portão dele, mandando que o mesmo abrisse, pois só queriam conversar com ele, o que não foi atendido por Warllen Silva, que teria ficado de longe conversando com os indivíduos.

Não sendo aberto o portão os assassinos realizaram 4 disparos de revólver, provavelmente calibre 38, de fora para dentro, perfurando o portão atingindo Warllen Reis no abdômen.

Baleado, a vítima correu para dentro do quarto da casa de dois cômodos vindo a cair ao pé da cama.

Informações que estão sendo investigadas pela equipe da Divisão de Homicídio de Parauapebas, levanta a hipótese de que o ele Foi vítima de crime passional, tendo como pivô uma adolescente de 16 anos, que teria namorado com ele e após descobrir que o mesmo havia ficado com uma garota residente perto de sua casa, teria terminado o namoro reatando com seu ex.

Warllen em Vida...

Entretanto, ainda segundo as informações, Warllen Silva, tentava reatar com a garota mesmo sabendo que ela havia voltado com seu namorado, o que teria levado os dois a discutirem por causa da jovem.

Câmaras de segurança próximo ao local do crime irão auxiliar a polícia a desvendar o crime, descobrindo a placa do Golf e identidade dos assassinos.

Vizinhos informaram que durante a tarde, os criminosos haviam parado por duas vezes na frente do portão, no mesmo veículo, e teriam chamado pela vítima, porém o ele não estava em casa, minutos antes do crime os mesmos retornaram.

Ao perceber que a luz estava acessa insistiram em chamar Warllen Silva, que não teria aberto a porta para seus algozes, Após os disparos ouvidos pelos vizinhos, a Polícia Militar foi acionada, em ato contínuo, comunicou o caso a delegacia de Polícia Civil que acionou o IML.

Depois dos levantamentos de local de crime pelos investigadores de Polícia Civil Humberto e Max, além do perito criminal do Instituto Renato Chaves, o corpo de Warllen Silva foi removido e encaminhado para exame de necropsia no IML.

FONTE:CAETANO SILVA

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