Dois homens foram executados em diferentes circunstâncias, por volta da meia-noite de ontem, no bairro do Tapanã, em Belém. No final da Rua Açaí, entre dois cemitérios, um jovem não identificado foi alvejado com vários tiros após ter sido perseguido por dois homens a pé. No outro caso, a vítima Kallyo Siqueira Chaar, de 25 anos, foi baleado durante perseguição feita por duas motocicletas e um carro, na rotatória da rodovia Arthur Bernardes, logo após supostamente se envolver numa discussão no Hospital Abelardo Santos, em Icoaraci.
Os policiais militares do 24º Batalhão da PM, que estiveram no local do crime na Rua Açaí, apuraram as circunstâncias do ocorrido. Porém, a motivação e a identificação da vítima e dos assassinos ainda é desconhecida, informou o delegado Eduardo Rollo, da Divisão de Homicídios.
“Era um local ermo, uma rua sem saída, que fica entre o cemitério público do Tapanã e Santa Maria. Soubemos que os assassinos fugiram pulando o muro do cemiterio do Tapanã. No local do crime ninguém soube dar informações”, disse o delegado.
A vítima aparentava menos de 30 anos de idade, de pele morena e cabelo preto curto, trajava bermuda jeans e camisa preta de manga comprida e, ainda, apresentava tatuagens em um dos braços e nas duas coxas. O cadáver foi examinado no local do homicídio pelos peritos do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPC), em seguida, foi removido para exame de necropsia no Instituto Médico Legal (IML), onde ficará à disposição para reconhecimento durante um mês.
OUTRO CASO
Já no caso da rotatória da Arthur Bernardes, Kallyo morreu ao lado da motocicleta dele, na qual fugia de duas motocicletas e de um automóvel que o perseguiam. Ele foi atingido com três tiros na lateral esquerda do abdômen e morreu no local.
Os familiares da vítima disseram ao delegado Rollo que a vítima não estava sendo ameaçada, não tinha passagem pela polícia e nãem era usuária de drogas.
Policiais do 24o BPM informaram que, instantes antes, a vítima acompanhava uma paciente no hospital Abelardo Santos, onde envolveu-se numa discussão e acabou acionando a polícia para resolver a situação. Kallyo morava às proximidades, no bairro da Ponta Grossa, e quando se deslocava de motocicleta, passou a ser perseguido. Ele tombou morto encostado no muro da empresa Brasilit. O corpo também foi examinado por peritos e removido ao IML.
O liberal
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